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Trânsito: Compromisso dos candidatos

27/9/2018

DÉCIO LIMA

1.       A cada ano, tem aumentado o número de mortos e sequelados em decorrência de acidentes nas estradas do país. Quais são as suas propostas para a prevenção de acidentes nas estradas catarinenses?

R: Santa Catarina possui um total de 4,7 milhões de veículos emplacados, o que lhe dá o título de maior frota por habitante do Brasil, isto é, para cada 1 mil moradores do Estado, há 690 veículos nas ruas, o que dá uma média de um para cada 1,4 habitante. Logo, o Estado possui apenas 431 policiais militares rodoviários, isto é, 0,0001 policial militar por automóvel. Quanto a isso, temos o compromisso em aumentar o número de efetivos de policiais rodoviários.

Outro problema do número de acidentes é em decorrência do alcoolismo ou outro tipo de drogas. Logo, pretendemos intensificar a fiscalização no sentido de intimidar essa prática.

Com uma frota de 1,2.milhões de motocicletas, em 2017, os cinco principais hospitais de Santa Catarina atenderam mais de 5,7 mil acidentes envolvendo motocicletas. Segundo dados do Ministério da Saúde, 52% dos gastos do SUS com internações decorrentes de acidentes de trânsito são com motociclistas, sendo que a cada 10 acidentados atendidos nas emergências dos hospitais catarinenses, 6 são motociclistas.

Destarte a isso, vamos intensificar a promoção da educação para o trânsito, intensificar sinalização para motociclistas, realizar um levantamento dos pontos críticos nas rodovias dentre outras ações em conjunto com a polícia rodoviária estadual e federal e guardas municipais.

2.       O trânsito na Grande Florianópolis está à beira de entrar em colapso. Quais são suas propostas para a melhoria da mobilidade na região?

R: Esse é um tema na qual não podemos mais fugir ou mesmo empurrar com a barriga. Elaboração do Plano Estadual de Transportes e Logística, nos primeiros 60 dias de governo, em conjunto com o setor produtivo para definir prioridades. Assim como em outras cidades do Brasil, Florianópolis enfrenta hoje uma grave situação em termos de mobilidade urbana, e com perspectivas de se agravar ainda mais, dado o crescimento populacional, ocupação desorganizada, crescimento da frota de automóveis e pelo baixo índice da utilização do transporte coletivo. Na temporada os congestionamentos chegam a tempos de espera bem superiores, sendo essa uma das principais insatisfações dos turistas e dos cidadãos. A população está preferindo adquirir veículos próprios em vez de utilizar o transporte público é a crescente relação carro/motocicleta, carro/ônibus e motocicleta/ônibus. A atual crise de mobilidade urbana é consequência direta da prevalência do transporte individual sobre o transporte coletivo. Como pensar em mobilidade se falta nas rodovias espaços para os pedestres e ciclistas, tanto para pessoas com deficiência bem como para as pessoas sem deficiência? Nossa proposta tratada como prioridade de mobilidade urbana será modal BRT.

3.       Qual sua opinião sobre a transformação do Detran-SC em uma autarquia? Dando mais autonomia para a entidade, visto que vários Estados do país já caminharam nesta direção.

R: Estamos certos que Detran tem por finalidade o planejamento, coordenação, fiscalização, controle, disciplina e execução da política estadual de trânsito, além das atribuições definidas pelo Código Brasileiro de Trânsito e pelas resoluções e deliberações do Contran. O ponto que é que existe necessidade de agilizar os processos de trânsito. Essa é uma questão que estamos debatendo. Estamos cientes do ocorrido em outros Estados, como por exemplo, São Paulo.

Contudo nossa opinião está sendo formada, haja vista que estamos consultando especialistas.

4.       A tão sonhada conclusão da reforma da Ponte Hercílio Luz parece ser inevitável para o próximo governo. Se eleito, como o senhor pretende lidar com esta questão e quais são seus planos para a utilização da “nova” ligação?

R: Há mais de três décadas interditada, a Ponte Hercílio Luz já concentra um gasto de R$ 563,0 milhões em recursos públicos. Importante lembrar que o MPTC comparou que os gastos com os de obras semelhantes como, por exemplo, a Ponte de Laguna com dois quilômetros de extensão, custou R$ 700 milhões, ou seja, quase o mesmo valor. Dentre esse gasto e morosidade, dentre a execução do Pacto por SC, durante o exercício de 2017, o maior valor executado foi a Restauração e Reabilitação da Ponte Hercílio Luz, que alcançou o montante de R$ 276,7 milhões. Muito. Quanto a seu destino, há duas possibilidades, porém precisa ser muito bem discutido e dialogado com os catarinenses e com a Prefeitura de Florianópolis. Uma é sua possível utilização para a ligação do bairro Estreito com o centro da capital com a passagem de um metro de superfície através de Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), com linhas Palhoça-Campinas, Campinas-Estreito, Estreito-Centro, Centro-UFSC-UDESC e Centro-Aeroporto Hercílio Luz, conforme pré-projeto. Outra forma de utilização seria para a passagem de pedestre, como prevê a prefeitura. Contudo, faremos audiências públicas para discutir seu distinto final, a qual será em comum acordo, governo do Estado, Prefeitura Municipal e catarinenses.

5.       A falta de manutenção das pontes Colombo Sales e Pedro Ivo Campo tem preocupado os moradores da Grande Florianópolis, especialmente depois da tragédia ocorrida na Itália. Por outro lado, o DEINFRA parece não estar dando a devida atenção ao problema. Que resposta o senhor pretende dar à população com relação a este assunto?

R: Vamos lançar um Plano Estadual de Obras Públicas (PEOP) para investir, em quatro anos, R$ 10 bilhões em obras públicas (R$ 6 bilhões com recursos próprios e R$ 4 bilhões através de empréstimos) nos próximos 4 anos. Logo, com o Plano Estadual de Transportes e Logística, que será lançado nos primeiros 60 dias de governo, buscaremos identificar os gargalos estruturantes e as deficiências resultantes do desgaste sem manutenção. Já foram flagradas rachaduras em uma das colunas de sustentação, má conversação das passarelas e buracos na estrutura. Como o tráfego diário das pontes é de mais de 90 mil veículos, neste caso, como já é de notório saber o descaso com estas duas pontes, com recursos próprios e parceria com o governo federal pretendemos realizar uma manutenção preventiva para evitar que o pior venha a ocorrer.

6.       Apesar de ter a maior parte da sua área localizada na Ilha de Santa Catarina, nossa capital ainda não tem transporte marítimo. A cada novo governo uma nova promessa de implantação de um projeto adequado que, infelizmente, até hoje, ainda não saiu do papel. Perguntamos: O que o senhor pensa a respeito?

R: Como ressalvado anteriormente, nossa proposta tratada como prioridade de mobilidade urbana será modal BRT. Mas também quero estimular grupo de investidores para o transporte marítimo na Grande Florianópolis, com terminais em São José, Florianópolis, Biguaçu e Palhoça.

Com isso, haverá uma redução no tempo de deslocamento entre as cidades, mais conforto ao cidadão e uma relação de custo/benefício favorável.

7.       Qual a importância de Organizações Não-Governamentais na luta por um trânsito mais humano e seguro?

R: Toda. Elas cumprem uma função essencial na conscientização do motorista, como, por exemplo, o Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

 

MAURO MARIANI

1.       A cada ano, tem aumentado o número de mortos e sequelados em decorrência de acidentes nas estradas do país. Quais são as suas propostas para a prevenção de acidentes nas estradas catarinenses?

R: Os acidentes de trânsito matam mais de 1,25 milhão de pessoas por ano e devem representar a sétima principal causa de morte até 2030, segundo dados da ONU. O papel do governo é preservar a vida da pessoas e evitar que esses números continuem crescendo. A Criação do Fundo da Infraestrutura, com recursos provenientes das multas e IPVA, para a manutenção dos modais é nossa aposta para elevar a segurança nas rodovias estaduais, melhorar o fluxo, reduzir os acidentes e evitar que esses dados mundiais alarmantes se perpetuem em Santa Catarina. É importante investir na fiscalização, em campanhas educativas, em sinalização e parcerias com concessionários das rodovias.

2.       O trânsito na Grande Florianópolis está à beira de entrar em colapso. Quais são suas propostas para a melhoria da mobilidade na região?

R: Uma das soluções é o aproveitamento da Ponte Hercílio Luz, assim que estiver pronta, com prioridade para transporte público. Outra prioridade é a implantação do Plamus (Plano de Mobilidade Urbana Sustentável) com canaletas exclusivas para ônibus, com sistema de transporte integrado. A revitalização das SCs 401 e 405 também está na pauta, assim como a duplicação da rodovia Admar Gonzaga do Itacorubi até Lagoa, uma obra que demanda poucas desapropriações e que deve ajudar a desafogar o trânsito na Ilha.

3.       Qual sua opinião sobre a transformação do Detran-SC em uma autarquia? Dando mais autonomia para a entidade, visto que vários Estados do país já caminharam nesta direção.

R: A estrutura, sendo autarquia ou diretoria, precisa ser avaliada e discutida com a sociedade. O foco, porém, tem que estar nos serviços oferecidos ao cidadão, independente do sistema adotado. Ninguém aguenta mais enfrentar filas para retirar um simples documento. Temos que usar a tecnologia online nos principais serviços ao público, para que o cidadão consiga regularizar sua situação com rapidez, usando celular, no conforto do seu lar. Estrutura menor e com mais tecnologia. Mais serviços com menos custo.

4.       A tão sonhada conclusão da reforma da Ponte Hercílio Luz parece ser inevitável para o próximo governo. Se eleito, como o senhor pretende lidar com esta questão e quais são seus planos para a utilização da “nova” ligação?

R: A obra de restauração da Ponte Hercílio Luz é realidade. Vamos entregá-la no primeiro ano de governo, com condições para o tráfego de transporte coletivo, veículos de polícia, de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias e de salvamento, bicicletas e pedestres, com foco na sustentabilidade.

A ponte Hercílio Luz não será somente um dos principais cartões postais do Estado, ela será essencial para a melhoria da mobilidade urbana da Capital, como mais um acesso de ligação Ilha-Continente.

5.       A falta de manutenção das pontes Colombo Sales e Pedro Ivo Campo tem preocupado os moradores da Grande Florianópolis, especialmente depois da tragédia ocorrida na Itália. Por outro lado, o DEINFRA parece não estar dando a devida atenção ao problema. Que resposta o senhor pretende dar à população com relação a este assunto?

R: A manutenção das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos é prioridade para o meu governo, e as obras serão realizadas em parceria com a prefeitura de Florianópolis. São 200 mil veículos que passam pelas duas pontes todos os dias e vamos garantir a segurança de quem trafega por elas.

6.       Apesar de ter a maior parte da sua área localizada na Ilha de Santa Catarina, nossa capital ainda não tem transporte marítimo. A cada novo governo uma nova promessa de implantação de um projeto adequado que, infelizmente, até hoje, ainda não saiu do papel. Perguntamos: O que o senhor pensa a respeito?

R: O projeto já saiu do papel. O primeiro teste, inclusive, foi feito com sucesso em março deste ano, saindo da Prainha, na Capital, até a Ponta de Baixo, em São José. O DETER aguarda autorização no Governo Federal para implantar as primeiras fases, e vou até Brasília para garanti-las. Depois ainda temos aprovação do IMA (antiga FATMA) e Marinha para começar, o mais cedo possível, a operação, que também vai contemplar Palhoça e Biguaçu em 2019.

7.       Qual a importância de Organizações Não-Governamentais na luta por um trânsito mais humano e seguro?

R: A participação efetiva e organizada das ONGs na luta pela segurança no trânsito é extremamente importante. Trânsito é uma questão de educação e é preciso disseminar a cultura de segurança para conscientizar a população. Desta maneira, teremos um trânsito que fluirá com mais naturalidade, com mais segurança e menos acidentes, tanto nas cidades como nas rodovias estaduais. Além disso, teremos uma enorme economia possibilitando melhor utilização dos recursos que seriam destinados à saúde.

 

GELSON MERÍSIO

1.       A cada ano, tem aumentado o número de mortos e sequelados em decorrência de acidentes nas estradas do país. Quais são as suas propostas para a prevenção de acidentes nas estradas catarinenses?

R: Nosso foco é concluir a pavimentação das rodovias estaduais que estão em obras e desenvolver um modelo contínuo de manutenção das estradas. Em outra  frente, cobrar junto ao Governo Federal a duplicação de rodovias federais que cortam nosso Estado, especialmente a BR-282, BR-470 e BR-280, além da conclusão do Contorno Viário da Grande Florianópolis. Obra pública precisa ter prazo de conclusão e definição dos aportes anuais. Historicamente, uma das nossas dificuldades é que não há programas para manutenção, ampliação de capacidade e recuperação de rodovias já pavimentadas. Isso é uma deficiência de mais de 20 anos, no planejamento de médio e longo prazo, em parte também por uma base de dados incompleta sobre as obras catarinenses realizadas nas duas últimas décadas.

Realizar essa ampliação de forma significativa na mobilidade,  acessibilidade e segurança viária do cidadão, irá gerar uma significativa redução nos índices de acidentes e reduz também a perda de carga nas estradas, aumentando nossa produtividade. Resultado claro: maior qualidade de vida para população e aumento da competitividade das empresas catarinenses.

2.       O trânsito na Grande Florianópolis está à beira de entrar em colapso. Quais são suas propostas para a melhoria da mobilidade na região?

R: Precisamos defender nossas virtudes: um Estado empreendedor, eficiente e com vocação para exportar. Temos muitos bons indicadores e que nos ajudarão a superar nossos problemas. A solução para o tráfego intenso em Florianópolis não é simples, assim como não é para o trânsito em Joinville, Itajaí, Chapecó, Criciúma, Blumenau e outras grandes cidades catarinenses. Parte de uma lógica de planejar e oferecer opções para o transporte. Hoje, quase metade dos deslocamentos na região da Grande Florianópolis é feito por transporte individual, muitas vezes uma única pessoa por carro. Melhorar o transporte coletivo será apenas um primeiro passo. O Estado precisa ser um parceiro dos municípios na execução de ações e eu acredito que um caminho é o fortalecimento das associações de municípios, para que haja a discussão de ações conjuntas ao invés de vários sistemas desconectados de cada prefeitura.

3.       Qual sua opinião sobre a transformação do Detran-SC em uma autarquia? Dando mais autonomia para a entidade, visto que vários Estados do país já caminharam nesta direção.

R: Se tem uma coisa atrasada em Santa Catarina é o Detran. Para resolver qualquer problema, é preciso ir ao local pessoalmente. Em outros Estados, você pode solicitar a segunda via da carteira de identidade ou de motorista on-line, por exemplo. E aqui não. Vamos tirar o Detran da “Idade da Pedra” e implantar o Detran Digital. O cidadão espera, quer e merece um serviço ágil e de qualidade, o que passa pelo investimento em tecnologia. Hoje é possível resolver praticamente tudo pela internet e não há razão para ser diferente em Santa Catarina. E, nos casos onde o atendimento presencial se faz indispensável, é preciso melhorar esse processo. São essas as prioridades do cidadão e tem de ser essas também as prioridades do Governo do Estado.

4.       A tão sonhada conclusão da reforma da Ponte Hercílio Luz parece ser inevitável para o próximo governo. Se eleito, como o senhor pretende lidar com esta questão e quais são seus planos para a utilização da “nova” ligação?

R: Não teria iniciado a obra na Ponte Hercílio Luz, mas o Estado já investiu três centenas de milhões de reais neste projeto e agora temos que concluí-lo, e no menor tempo possível. A demora só aumenta o custo final. O destino tem que ser dado pelos especialistas de trânsito, com um estudo da mobilidade de Florianópolis. A decisão precisa ser técnica e ter o apoio da sociedade.

5.       A falta de manutenção das pontes Colombo Sales e Pedro Ivo Campo tem preocupado os moradores da Grande Florianópolis, especialmente depois da tragédia ocorrida na Itália. Por outro lado, o DEINFRA parece não estar dando a devida atenção ao problema. Que resposta o senhor pretende dar à população com relação a este assunto?

R: Houve um desmonte histórico da equipe de engenharia do Estado: profissionais qualificados acabaram se aposentando e não houve a renovação do quadro. Eu entendo e defendo que todas as informações de engenharia fiquem centralizadas em uma única estrutura, mesmo que os engenheiros e arquitetos estejam atuando em outras secretarias, que não a Infraestrutura. Essa centralização, recuperação e criação permanente da memória das obras do Estado suprirá a falta de planejamento na recuperação e manutenção, que pode comprometer inclusive a busca de financiamentos internacionais.

6.       Apesar de ter a maior parte da sua área localizada na Ilha de Santa Catarina, nossa capital ainda não tem transporte marítimo. A cada novo governo uma nova promessa de implantação de um projeto adequado que, infelizmente, até hoje, ainda não saiu do papel. Perguntamos: O que o senhor pensa a respeito?

R: Não apenas Florianópolis, mas Santa Catarina precisa de uma Política Estadual de Mobilidade Urbana que priorize e incentive o desenvolvimento urbano orientado para o transporte verde e sustentável, em que a base do deslocamento das pessoas seja a pé, seguido pela bicicleta.

O transporte coletivo precisa ser eficiente, acessível e informatizado, criando alternativas ao uso do automóvel. Vou propor a unificação das regras logísticas das cidades, definindo horários de restrições de tráfego de cargas, distribuição urbana centralizada e centros de logística, estacionamento rotativo, entre outras medidas e ações. A primeira etapa, no entanto, precisa ser a integração do transporte público da região metropolitana da Grande Florianópolis. É isso que permitirá no futuro os consequentes avanços, como o próprio transporte marítimo.

7.       Qual a importância de Organizações Não-Governamentais na luta por um trânsito mais humano e seguro?

R: O voluntariado é a essência do serviço público. É a expressão máxima disso. A conscientização, como as campanhas de educação no trânsito, são apenas uma parte do que pode ser feito. Precisamos também criar caminhos para que a própria sociedade possa fiscalizar, por exemplo, na questão das pequenas infrações de trânsito, na fiscalização cidadã das obras de mobilidade e das obras rodoviárias. A sociedade já faz isso, mas precisa do nosso apoio oficial para aumentarmos e muito a eficiência por meio de aplicativos e canais de comunicação. A tecnologia para isso já existe hoje.

Nos falta apenas implementar e trazer um ganho imenso nesse potencial do voluntariado ampliado pela inovação.

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