Monatran - Movimento Nacional de Educação no Trânsito

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Daniel Sanchez

Impossível deixar de notar que muitos "motoristas" ignoram completamente o artigo 41 do Código Brasileiro de Trânsito, que diz:
"O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações: I - para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes; II - fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo."

Percebo que, de uns anos prá cá, a buzina também se transformou num instrumento de agressão e, nos dias de jogo do Figueirense, de expressão eufórica de ignorância e desrespeito à comunidade do Estreito (no mínimo).

Entendo que, acima de quaisquer expressões (individuais ou coletivas) estão as leis e os direitos dos cidadãos. Esses indivíduos, que na contra-mão da liberdade viciam a formação moral e o caráter dos próprios filhos, infringem o CTB e, a maioria das vezes, a própria "Lei do Silêncio", que outorga à sociedade o direito de um descanso merecido, ao estabelecer horários de redução de ruídos (de Seg. a Sex, das 22:00hs às 06:00hs, etc.).

Apenas para referência, na esquina da Av. Gral. Eurico Gaspar Dutra com a rua Dr. Heitor Blum, no último jogo do Figueirense, o nível sonoro (com a sinaleira fechada) atingiu 96dB.

A educação no trânsito é fundamental, mas não serve de nada sem a educação que vem de casa.

Joffran G da Silva

Boa tarde,

Gostaria de deixar uma contribuição a cerca do tema mobilidade urbana. Eu tenho ouvido e lido algumas coisas sobre isso, mas o que percebo que é que quase 100% das pessoas tem como solução somente a construção da 4 ponte ou ampliação das pontes já existentes.

Se o problema está nos horários de picos, ou seja entre 7 e 10 da manhã e 17 e 20 da noite, é sinal de que a maioria das pessoas saem do continente e vão para Florianópolis no mesmo horário.

Segundo pesquisa da Entidade Floripa Te Quero Bem, 58% das pessoas entram na cidade para trabalhar, compras 10%, lazer 11%, saúde 9% e estudo 8%. Se 58% das pessoas se deslocam para trabalhar uma alternativa é trocar o horário de deslocamento de parte dessas pessoas. Ainda temos que considerar que 40% das 58% das pessoas que se deslocam para o trabalho utilizam o carro como meio de locomoção.

As pessoas não precisam necessariamente entrar e sair no mesmo horário. A sugestão que eu deixo é atrasar o horário de início do comércio local. Ao invés de iniciar as 8 ou 9 da manhã, que se inicie as 13 horas da tarde, finalizando as 21 ou 22 horas.

Ainda é possível estudar alguns serviços essenciais que podem ser transferidos para horários mais tardios. Na iniciativa privada é interessante iniciar um processo de discussão a cerca dos horários também. As empresas podem incentivar as pessoas a trabalharem em casa ou iniciar mais tarde no trabalho.

Acredito que essas medidas no curto prazo resolvem um bom % do nosso problema de mobilidade. Já no médio prazo, melhorar o transporte coletivo atual e no longo prazo investir em outras alternativas de transporte.

Obrigado.

Joffrãn

Roberto Meza Niella

Parabéns pelo trabalho que vêm desenvolvendo!! Ações como estas deveriam ser espalhadas no país todo!

Ondina Bentes

Adorei o novo site do MONATRAN! Parabéns a todos. E a vc tio.

Robson Santos Faria

Ótimos artigos, fácil leitura, esclarecedoras. Parabéns.

Ellen Ramos

Gostei muito do novo visual do site! Parabéns!



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